Desespero.
A paisagem atrai, a lembrança que me conforta, o sorriso não me sai, nem mesmo a lágrima na porta, a lua atrai meu pensamento, e a lembrança voltou, trazida pelo vento, do dia que não terminou, eterno tempo aprisionado, nem eu mesmo sei direito, como se já estivesse selado, dentro do meu peito. Há tempos peço paz, mas a tua lembrança o vento me trás, há tempos peço compaixão, mas a lembrança maltrata o meu coração, eterno pensamento, que se perde entre as torrentes, sete males me mostram o vento, e seu riso me cura e torno-me contente, e é só eternidade, uma infinita repetição, meu peito dói, eu sei é verdade, que a lembrança sufoca meu coração. A lua que vê, e sabe o quanto sinto dor, por querer e não lhe ter, por não conseguir arrancar este amor, maldito seja o dia em que lhe conheci, desde este dia não sei quem sou, em meus pensamentos eu me perdi, eterno é o dia que não terminou.
Edson Barbosa.
domingo, 26 de outubro de 2008
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2 comentários:
Pois é meu amigo Edson, e eu que pensava que era virus....e era o teu Blog, com os teu escritos , cheios de uma singela ternura.Gostei muito. Segue escrevendo porque o importante é o sentimento e tu o tens.Bjus da Vera.
legal esse teu blog cara, parece que a proposta visa a leitura e a interatividade com a literatura, ta aí, vou ler com frequência valeu.
abraços... Carlos.
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